Dezembro de 2009
Vai-se mais um ano, na verdade mais uma década, estamos invadindo o futuro que víamos quando crianças, nas revistas em quadrinhos e filmes de ficção.
Agora já temos celulares e TVs digitais, conversamos com o mundo e nos vemos em tele conferências. Mas ainda não conseguimos parar de destruir nosso planeta, continuamos desmatando, poluindo, envenenando, mesmo já sofrendo as consequências, não conseguimos parar de destruir, nosso pequeno rio está morrendo, e continuamos a poluí-lo, o que resta de mata, desmatamos. E não destruímos apenas o planeta, destruímos nosso próprio corpo, com alimentos fáceis e gostosos, que pouco a pouco vão fazendo uma geração de obesos e cancerígenos.
Mas embora alguns pensem que não há mais salvação, que realmente estamos fadados a destruir o planeta, muitos ainda têm esperanças, e tomam algumas atitudes, nem que seja uma atitude solitária, fazemos a nossa parte e assim adiamos o fim que parece eminente.
A essas pessoas que ainda têm respeito pela vida alheia e pela própria, desejamos pelo menos mais algumas décadas de sobrevivência neste desgastado planeta, e que não desistam da luta pela vida, pois sem eles o mundo provavelmente já teria acabado. Isso ninguém pode negar...
Feliz Natal e despoluído ano novo...
segunda-feira, 13 de junho de 2011
CIDADE MARAVILHOSA
Dezembro de 2010
Pode parecer coincidência, mas toda essa reviravolta que acontece na cidade maravilhosa, só tem uma explicação; a Copa de 2014 e principalmente as Olimpíadas de 2016.
Mais uma vez o esporte vem resolver um problema social, que deveria ser combatido não com o uso da força, mas com políticas de educação e desenvolvimento social, dando oportunidades ao cidadão de seguir o caminho do bem.
Esperamos que após as Olimpíadas o Rio não volte a ser dominado pelo narcotráfico e pelas milícias. Quem sabe nesses seis anos que antecedem a grande festa esportiva do planeta possamos aproveitar essa liberdade e dizermos com orgulho que o Rio é uma cidade maravilhosa, isso ninguém pode negar...
Pode parecer coincidência, mas toda essa reviravolta que acontece na cidade maravilhosa, só tem uma explicação; a Copa de 2014 e principalmente as Olimpíadas de 2016.
Mais uma vez o esporte vem resolver um problema social, que deveria ser combatido não com o uso da força, mas com políticas de educação e desenvolvimento social, dando oportunidades ao cidadão de seguir o caminho do bem.
Esperamos que após as Olimpíadas o Rio não volte a ser dominado pelo narcotráfico e pelas milícias. Quem sabe nesses seis anos que antecedem a grande festa esportiva do planeta possamos aproveitar essa liberdade e dizermos com orgulho que o Rio é uma cidade maravilhosa, isso ninguém pode negar...
CERVEJA, VEJA SE DÁ PRA VIVER SEM ELA.
Fevereiro de 2010
Você tem que ser guerreiro, se não a vida não desce redonda, tem que ser o número um, ter um carrão, um casão, um mulherão, eles têm que combinar com você, e além de tudo ainda tem que ser nova.
Ufa! Pra conseguir tudo isso eu vou ter que tomar um porre, além de patrocinar o Zeca Pagodinho, o Dudu Nobre e até a seleção brasileira.
E assim eu vou poder fazer parte da sociedade, sentar num barzinho e comentar o futebol com os amigos, claro com uma loira gelada do lado.
Quero deixar claro que não sou contra a cerveja, sou contra a sua massificação ao ponto de relacionarem uma droga ao esporte, a artistas, a tudo de bom e de melhor, fazendo com que os jovens sejam seduzidos a consumi-la, sem estarem preparados para as possíveis consequências.
Ai eu pergunto, e as outras drogas, por que são proibidas?
Por que somente o álcool é liberado e incentivado, muito incentivado?
É certo que por cima de tudo isso esta o poder econômico, ele fala mais alto que qualquer preconceito social que possa existir sobre a liberação ou não das drogas, a hipocrisia é imensa, mas o lucro é maior ainda e isso infelizmente, ninguém pode negar...
Você tem que ser guerreiro, se não a vida não desce redonda, tem que ser o número um, ter um carrão, um casão, um mulherão, eles têm que combinar com você, e além de tudo ainda tem que ser nova.
Ufa! Pra conseguir tudo isso eu vou ter que tomar um porre, além de patrocinar o Zeca Pagodinho, o Dudu Nobre e até a seleção brasileira.
E assim eu vou poder fazer parte da sociedade, sentar num barzinho e comentar o futebol com os amigos, claro com uma loira gelada do lado.
Quero deixar claro que não sou contra a cerveja, sou contra a sua massificação ao ponto de relacionarem uma droga ao esporte, a artistas, a tudo de bom e de melhor, fazendo com que os jovens sejam seduzidos a consumi-la, sem estarem preparados para as possíveis consequências.
Ai eu pergunto, e as outras drogas, por que são proibidas?
Por que somente o álcool é liberado e incentivado, muito incentivado?
É certo que por cima de tudo isso esta o poder econômico, ele fala mais alto que qualquer preconceito social que possa existir sobre a liberação ou não das drogas, a hipocrisia é imensa, mas o lucro é maior ainda e isso infelizmente, ninguém pode negar...
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Nova Geração
NOVA GERAÇÃO
E o homem inventou a roda, e hoje nós rodamos pelas forças de nossas pernas, pelas engrenagens e correntes que não prendem, saltam, lutam contra a lei da gravidade, a favor da qualidade de vida, em busca do prazer de estar vivo, ser mais do que simplismente existir. E essa roda está aumentando com a participação da “nova geração”, que vem descobrindo que os caminhos são livres e estão ao alcance das mãos, novas experiências visuais, emocionais, novos paladares, odores, sentimentos de pura liberdade ao sabor do esforço de uma subida e da brisa de uma descida. Sejam bem vindos, sejam multiplicadores dessa tribo que só quer o bem. E Viva o Pedal Livre isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
terça-feira, 4 de maio de 2010
Solidariedade
São palavras assim, sólidas, fortes e imponentes que me fazem ter esperança na raça humana, pois somos capazes de muitas atrocidades, matamos nossos semelhantes, destruímos nosso planeta, mas ao mesmo tempo em certas situações somos solidários e ajudamos ao próximo sem querer nada em troca. Isso nos faz sentir que ainda podemos ter orgulho de sermos chamados de seres humanos.
Devido ao caos instalado em nosso planeta, pelo nosso mau uso do mesmo, estamos vivenciando situações de extrema injustiça social, em que muitas pessoas perdem suas vidas por estarem vivendo em áreas de risco, risco esse calculado pela falta de opções, pelo descaso, pela falta de educação, pelo mero fato de não sabermos viver como seres humanos.
Não podemos dizer que estamos nas mãos de “Deus”, mas podemos afirmar que as nossas mãos estão destruindo o que “Ele” construiu e só nos resta um consolo, o de saber que no meio de todo esse caos ainda temos alguma coisa de humanos... Ainda temos solidariedade, isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
Devido ao caos instalado em nosso planeta, pelo nosso mau uso do mesmo, estamos vivenciando situações de extrema injustiça social, em que muitas pessoas perdem suas vidas por estarem vivendo em áreas de risco, risco esse calculado pela falta de opções, pelo descaso, pela falta de educação, pelo mero fato de não sabermos viver como seres humanos.
Não podemos dizer que estamos nas mãos de “Deus”, mas podemos afirmar que as nossas mãos estão destruindo o que “Ele” construiu e só nos resta um consolo, o de saber que no meio de todo esse caos ainda temos alguma coisa de humanos... Ainda temos solidariedade, isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
sábado, 13 de março de 2010
Vamos bater uma bolinha

Mais uma vez após quatro anos, estamos próximos de uma Copa do Mundo de Futebol.
Sabemos que é a nossa grande paixão, principalmente porque somos considerados os melhores e a possibilidade de vencermos é sempre real.
Nosso fanatismo por esse esporte é tão grande que todos viramos técnicos, comentaristas, palpiteiros... Queremos que o Dunga convoque esse ou aquele atleta.
A imprensa está atenta aos mínimos detalhes, todo dia contamos quantos dias faltam pro início da Copa, revemos toda a história das Copas, e nossas mulheres em sua maioria perdem por alguns dias o poder sobre o controle remoto.
A cada vitória vamos às ruas em eufóricas comemorações. Os alunos já anunciam que em dia de jogo do Brasil não irão à escola. Os bancos fecharão mais cedo e muitas “cervejas” serão consumidas, junto é claro, com um saboroso churrasco.
Às vezes a nossa concentração antes da partida é tão grande que parece que nós é que vamos entrar em campo.
Mas não se esqueçam de uma coisa, a bola é redonda e não segue sempre a mesma direção, talvez por isso os esportes que a utilizam sejam tão atraentes. O improvável pode sempre acontecer e para nós o improvável neste caso é não vencermos.
Ficamos tristes, procuramos culpados e depois de algum tempo já estamos pensando na próxima, confiantes de que venceremos.
Só não podemos nos esquecer de que todo jogo, principalmente os que envolvem muita grana, sofrem de interesses digamos “subornáveis”, e aí a bola fica quadrada e nem sempre rola a nosso favor, esse é o nosso grande adversário, isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Cerveja, veja se dá pra viver sem ela.
Você tem que ser guerreiro, se não a vida não desce redonda, tem que ser o número um, ter um carrão, um casão, um mulherão, eles têm que combinar com você, e além de tudo ainda tem que ser nova.
Ufa! Pra conseguir tudo isso eu vou ter que tomar um porre, além de patrocinar o Zeca Pagodinho, o Dudu Nobre e até a seleção brasileira.
E assim eu vou poder fazer parte da sociedade, sentar num barzinho e comentar o futebol com os amigos, claro com uma loira gelada do lado.
Quero deixar claro que não sou contra a cerveja, sou contra a sua massificação ao ponto de relacionarem uma droga ao esporte, a artistas, a tudo de bom e de melhor, fazendo com que os jovens sejam seduzidos a consumi-la, sem estarem preparados para as possíveis consequências.
Ai eu pergunto, e as outras drogas, por que são proibidas?
Por que somente o álcool é liberado e incentivado, muito incentivado?
É certo que por cima de tudo isso esta o poder econômico, ele fala mais alto que qualquer preconceito social que possa existir sobre a liberação ou não das drogas, a hipocrisia é imensa, mas o lucro é maior ainda e isso infelizmente, ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
Ufa! Pra conseguir tudo isso eu vou ter que tomar um porre, além de patrocinar o Zeca Pagodinho, o Dudu Nobre e até a seleção brasileira.
E assim eu vou poder fazer parte da sociedade, sentar num barzinho e comentar o futebol com os amigos, claro com uma loira gelada do lado.
Quero deixar claro que não sou contra a cerveja, sou contra a sua massificação ao ponto de relacionarem uma droga ao esporte, a artistas, a tudo de bom e de melhor, fazendo com que os jovens sejam seduzidos a consumi-la, sem estarem preparados para as possíveis consequências.
Ai eu pergunto, e as outras drogas, por que são proibidas?
Por que somente o álcool é liberado e incentivado, muito incentivado?
É certo que por cima de tudo isso esta o poder econômico, ele fala mais alto que qualquer preconceito social que possa existir sobre a liberação ou não das drogas, a hipocrisia é imensa, mas o lucro é maior ainda e isso infelizmente, ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Em busca do respeito perdido

Vai-se mais um ano, na verdade mais uma década, estamos invadindo o futuro que víamos quando crianças, nas revistas em quadrinhos e filmes de ficção.
Agora já temos celulares e TVs digitais, conversamos com o mundo e nos vemos em tele conferências. Mas ainda não conseguimos parar de destruir nosso planeta, continuamos desmatando, poluindo, envenenando, mesmo já sofrendo as conseqüências, não conseguimos parar de destruir, nosso pequeno rio está morrendo, e continuamos a poluí-lo, o que resta de mata, desmatamos. E não destruímos apenas o planeta, destruímos nosso próprio corpo, com alimentos fáceis e gostosos, que pouco a pouco vão fazendo uma geração de obesos e cancerígenos.
Mas embora alguns pensem que não há mais salvação, que realmente estamos fadados a destruir o planeta, muitos ainda têm esperanças, e tomam algumas atitudes, nem que seja uma atitude solitária, fazemos a nossa parte e assim adiamos o fim que parece eminente.
A essas pessoas que ainda têm respeito pela vida alheia e pela própria, desejamos pelo menos mais algumas décadas de sobrevivência neste desgastado planeta, e que não desistam da luta pela vida, pois sem eles o mundo provavelmente já teria acabado. Isso ninguém pode negar...
Feliz Natal e despoluído ano novo...
sábado, 14 de novembro de 2009
Jogos Estudantis de Miracema

JEM
Acabaram de acontecer os Jogos Estudantis de Miracema.
Poderia sair daqui um futuro atleta olímpico, por que não? Bastaria que fôssemos suficientemente organizados (como país) e que investíssemos nessa garotada que pula, brinca e corre. Pensemos da seguinte forma: um garoto de 13 anos correu os 100 metros rasos em menos de 13 segundos, com esse tempo ele teria potencial para ser preparado para as Olimpíadas de 2016. No nosso caso (Miracema) e de tantas outras cidades Brasil a fora, onde não se tem estrutura para esse treinamento, é óbvio que esse menino teria que ser encaminhado para um centro de formação educacional e esportiva, especializado em atletismo, também como aquele menino baixinho e invocado que vive dando cambalhotas deveria ir para um centro de treinamento de ginástica olímpica, e assim aconteceria com todas as outras modalidades esportivas.
Esse elo entre o ensino fundamental até chegar ao nível universitário é feito em todos os países desenvolvidos onde as próprias Escolas e Universidades dão bolsas integrais e até salários para esses futuros “estudantes atletas”. Dessa forma simples consegue-se garimpar talentos com potencial olímpico. Cuba fez isso, a China fez, e outros países também, então por que nós não podemos fazer?
O JEM (Jogos Estudantis de Miracema) é um desses pequenos passos que o país inteiro tem que dar pra conseguir despertar nos jovens, nas escolas, nos políticos, empresários etc a chama que pode nos levar ao Bronze, à Prata e ao Ouro, e principalmente a uma vida mais digna, pois isso o esporte nos propicia.
E mesmo que não tenhamos um JEM bem estruturado, ele é muito importante para nossas crianças, posso até arriscar em dizer que a sigla JEM significa: “Jogos da Esperança Mundial”. Isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
domingo, 4 de outubro de 2009
Uma luz no início do túnel

E agora? Será que vamos conseguir ser uma potência olímpica, como fez a China em 2008, conquistando 51 (boa idéia) medalhas de ouro, desbancando os EUA, que ficaram em segundo lugar com 36 medalhas de ouro. Nós ficamos no 23° lugar com nossas honrosas 3 medalhas de ouro?
Se quisermos chegar perto de China e EUA, teremos que em 7 anos dar um salto maior do que o dado pela Maurren Maggi na conquista de um dos nossos ouros em Pequim.
Material humano para tanto nunca nos faltou, faltam educação e apoio dos governantes, que agora serão pressionados a tomar uma atitude. É importante ressaltar que não faremos campeões olímpicos em 7 anos apenas educando e dando apoio, é preciso ir muito além, pois não temos a menor estrutura para desenvolver tantas modalidades esportivas.
Já somos referência mundial no vôlei e claro no futebol, embora o título olímpico seja o único que ainda não conseguimos conquistar, mas isso é muito pouco, visto que são esportes coletivos e trazem poucas medalhas. Teremos que seguir o exemplo da China que investiu maciçamente em esportes individuais.
Para que tudo isso se transforme em medalhas teremos que começar já, e infelizmente não temos estrutura para absorver e preparar com qualidade, a quantidade de atletas que nosso país pode produzir. Se Cuba, uma pequena ilha, foi um dia uma potência olímpica, por que nós não podemos, na verdade por que ainda não somos? Essa questão já foi respondida, falta educação estrutura e apoio, e agora temos que correr mais que Usain Bolt para alcançar as douradinhas cariocas.
Acho que nosso objetivo é chegar entre os três primeiros colocados, para isso precisamos de pelo menos vinte medalhas de ouro, essa não é uma meta impossível, mas precisamos mudar nossa mentalidade, mudar nossas escolas, direcionar nossos futuros atletas para centros de formação, centros esses que são pouquíssimos em nosso país, e teremos que criá-los urgentemente.
Tudo isso vai ser muito difícil, mas mesmo que não consigamos vencer as olimpíadas de 2016, ela já nos deu a maior das medalhas, a medalha da esperança de dias melhores, isso ninguém pode negar...
Carlinhos Moreira
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